Um engenheiro da perícia técnica de Belo Horizonte participou dos novos trabalhos de levantamento de campo para investigar as causas do acidente com um bondinho do Teleférico de Poços de Caldas. Acompanhado da equipe da Polícia Civil, ele esteve no local na segunda-feira (9).

O grupo de peritos retornou ao local do acidente em busca de mais informações, embora uma perícia detalhada já tenha sido feita no dia do fato, que aconteceu na quinta-feira (5).

Drone buscou imagens áreas do local do acidente

Durante os trabalhos, a perícia utilizou um drone para fotografar locais importantes e realizou a vistoria no ponto da queda e nas estações. A Polícia Civil já teve oportunidade de conversar com o servidor público que se acidentou, Miguel Albano de Almeida Filho, de 59 anos. Ele segue internado e contou que não se lembra como foi a queda, o que é natural após o trauma sofrido. A polícia ainda trabalha com a hipótese de que ele pulou ou foi arremessado para fora da cabine após ela ter se desprendida do cabo de aço.

Outros funcionários do teleférico já foram ouvidos de forma extraoficial, mas não apresentaram elementos que possam colaborar com as investigações. O prazo para conclusão do laudo pericial é de 30 dias a partir do acidente. Mesmo com a ajuda do engenheiro, o laudo deve ser elaborado pela equipe poços-caldense.

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